quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

ATLÂNTIDA, O REINO PERDIDO


Os continentes que hoje conhecemos nunca tiveram os aspectos e costas atuais, e mais, nem sempre estiveram acima da superfície das águas como hoje estão. 
As forças naturais, o vento, a chuva, as forças internas do planeta, o próprio luar, estão em constante luta contra as regiões terrestres que lhe oferecem resistência. Estão sempre mudando a fisionomia do planeta. 
Nas tradições humanas, nos velhos manuscritos, nas esculturas e velhas inscrições, encontramos referências sobre terras, ilhas e mesmo continentes inteiros, que desapareceram sob as águas e, entre estas milenares tradições, encontramos uma que fala de um fabuloso continente, com uma extraordinária civilização, denominado por uns de AZTLAN, por outros de ATLÂNTIDA. 
De todas as tradições deixadas, a que segue é a mais detalhada, ou seja: 
"Todo o país era cortado de magníficas estradas. A água era levada às cidades por anelo e gigantescos aquedutos, cavavam-se túneis sob as águas, sob as montanhas; erguiam-se pirâmides colossais; construíam-se palácios magníficos; tudo era de tal maneira formidável, que a arte egípcia é como que uma miniatura da arte atlante em todas as suas manifestações. 
Nos Templos funcionavam observatórios meteorológicos, astronômicos etc.. As estátuas atingiam alto grau de perfeição e a pintura de cores vivas e sem perspectiva servia somente para decorações. 
As casas eram rodeadas de jardins. As ruas calçadas de lajes. As terras eram cortadas por canais de irrigação e navegação; os portos cavados ou melhorados artificialmente. Tinham grandes navios e navegavam com a bússola. Empregavam a pólvora e outros explosivos mais violentos para o progresso. Os abastados viajavam em ricos barcos aéreos movimentados pelo misterioso "vril", os pobres e os escravos em carros puxados por leões e leopardos. Havia máquinas aéreas de metal e de madeira capazes de transportar 80 a 100 homens. 
Sua indústria era próspera. Exploravam minas. Traziam o cobre do Canadá, o ouro e a prata do Peru, quando não os fabricavam quimicamente. Conheciam um metal denominado "Orichalco" que não se sabe se era produto da terra ou o resultado de transmutação, e que, com eles desapareceu. 
Metalúrgicos notáveis fabricavam toda a casta de objetos de bronze que vendiam aos povos bárbaros (nós) ainda na idade da pedra polida. 
A sua Capital era CERNÊ, a cidade das portas de Ouro, que ficava ao pé da alta montanha de 3 cumes que se avistava de muito longe no Mar. Foi isso que deu origem ao símbolo do tridente netuniano, gravado nas mais antigas moedas do mundo. 
O Egito, o México e o Peru, colônias dos Atlantes, revelam que a sua civilização era admirável. Seus sábios haviam condensado em tábuas famosas, a ciência e a moral mais elevadas. 
Acreditavam num Deus Superior que se manifestava nas forças na natureza e se revelava pela linguagem dos astros. Sua Religião era, ao mesmo tempo, filosófica e científica. 
Ao povo se deixavam as formas rudimentares dessa Religião que, na essência, só os iniciados conheciam. Os templos eram dedicados ao Sol, instrumento vital do grande Todo. 
A arquitetura era ciclópica e as danças rituais comemoravam os signos do Zodíaco, bem como as cerimônias litúrgicas representavam os mistérios do céu. 
Os atlantes criam na imortalidade da Alma e mumificavam os mortos. Acreditavam na reencarnação; mas o culto dos antepassados só lhes foi trazido pelos brancos hiperbólicos. Conheciam a Astrologia e a praticavam. Consubstanciavam nos astros as forças naturais e todo o seu ensino era oral, sob a fiscalização do Colégio dos Iniciados. 
...e tal civilização era mais adiantada que a nossa de hoje, moralmente e mesmo materialmente. 
Sua decadência proveio do desequilíbrio entre a evolução moral e a material. O orgulho do poder e da ciência gerou o egoísmo e a opressão. 
O luxo engendrou a sede das riquezas. Os freios morais relaxaram-se e os apetites à solta, de braços com a magia negra, trouxeram a idade da besta. 
Reinaram os instintos. Devassidão e barbárie dominaram a sociedade. A anarquia instalou-se. 
E o dilúvio e os cataclismos, lançados pelos Deuses irritados, pouco a pouco foram destruindo aquele grande Império, até que, 9.564 anos AC, soçobrou na mais pavorosa catástrofe." 
Este relato é digno de respeito, pois existem inúmeras provas CIENTÍFICAS E ATUAIS de que uma grande catástrofe ocorreu EXATAMENTE no lugar em que as tradições colocam o continente da Atlântida. 

A CARTA DAS ALMAS

A Quaresma é uma época de meditação e oração, cuja introspecção levou o caboclo de nossa região a reinterpretar seus simbolismos, criando uma aura mística e assustadora. Este período é preocupante, o Tinhoso está a solta tentando os homens, portanto, deve-se tomar muito cuidado. 
E foi justamente numa quarta-feira de quaresma após os Cânticos de Alerta num bairro próximo, que Chico Berto, ouviu dos mais velhos a famosa história das cartas das almas. Era corriqueiro ouvir sobre pessoas que pactuavam com o diabo em troca de riqueza e juventude, porém, um único dia do ano, na Sexta-feira Maior, as Almas consentiam tais privilégios à três pessoas de coragem. Todavia, essas três pessoas deveriam buscar as tais cartas no cemitério e em seguida enfrentar as diabruras das trevas, se persistentes e ilesos receberiam as dádivas pretendidas. Chico Berto, ficou inquieto com a história, dormiu mal a noite e noutro dia arrumou dois bravos companheiros, Mané Curió e Tiburtino.   
As 23:30h da quinta-feira santa reuniram-se em frente ao cemitério. Muita coragem e um bom litro de pinga nas mãos. Rezaram, beberam, beberam, rezaram e beberam de novo. Quando o sino deu a primeira badalada, estavam os três em frente ao portão, receosos, bêbados e mudos de medo. Em seguida, o portão abriu e um garboso jovem de preto convidou-os a entrar. A coragem dos três quase foi embora, de pernas bambas e de braços dados entraram e vislumbraram todos os túmulos enfeitados, iluminados e o moço de preto conduziu-os até o acendedor de velas. Quando chegaram viram uma criança, como um dos vários anjinhos de pedra que enfeitam os túmulos, era realmente um anjo, que graciosamente entregou um envelope branco a cada um, pegaram e já foram saindo, achando a maior moleza. Mas, foram informados que deveriam comparecer até os fundos da igreja para selar os papéis. Hummmm! Isso não cheirava bem, caminharam desconfiados e deram de cara com uma criatura, meio homem, meio bode preto, bufando, rosnando, soltando fogo pelas ventas. Quase desmaiaram, Mané Curió, depois de se urinar todo desembestou na carreira, saltando os túmulos como um atleta. Tiburtino foi mais audaz, topou se aproximar, mas quando sentiu uma gelada mão cadavérica tocar-lhe o pescoço gritou para todos os santos e saiu correndo, com uma verdadeira legião de capetinhas atrás de si. Ficou Chico Berto, que sorveu a última dose de pinga, limpou a boca na manga da camisa, pegou a carta colocou em cima da mesa e pediu para que fosse selada. O diabo, pegou a carta, abriu, escreveu algo e mandou um imenso selo colado a cuspe no papel, entregou ao Chico, que saiu de costas, a passos mansos. Atrás de si ouvia-se um tropel, gritos, palavrões, choros e estouros. Assim foi ele saindo, passo a passo, lívido e suado. Quando enfim saiu, pode respirar melhor, trêmulo e cansado, parou junto a uma pedra, tirou o envelope do bolso e viu um papel branco reluzente e escrito em tinta luminosa como um vaga-lume, a seguinte frase: -Se quiser ver seus amigos de volta, devolva esta carta.
Chico ficou louco, esbravejou, blasfemou, xingou, pensou em deixar aqueles dois covardes. Mas, eram seus amigos e fora ele quem os metera nessa encrenca, pensou alguns minutos nas riquezas, juventude, enfim.... Desconsolado, deu meia volta e correu para o portão, lá encontrou os dois do lado de dentro e um sarcástico rapaz de preto, pediu a carta de volta. Resistiu, mas viu um abismo se abrindo e o bode vindo, entregou rápido o papel, o portão se abriu e saíram correndo. Pelo caminho, Chico Berto veio batendo nos amigos e insultando-os com todos os palavrões possíveis, até que chamou atenção o suficiente para que a policia chegasse e prendessem os três por embriagues e baderna. Ao relatar o fato a policia, tomou uma surra e uma semana de cadeia por desacato.
Na venda do nhô Pedro, Chico e os amigos contavam o caso com veemência, todos achavam que era mais uma bebedeira de três aventureiros.

O morto que voltou para casa andando.

Um história digna de figurar entre as mais destacadas do seriado "Acredite se quiser!" -e figurou-, dessas histórias inexplicáveis, como se existisse alguém mexendo os pauzinhos. Se nos filmes de Tarzan, os de Johnny Weissmüller, os elefantes moribundos abandonavam a manada para se dirigir ao cemitério de elefantes, o caixão de Charles Francis Coghlan soube percorrer o caminho, mais de 5.000 km por mar, para regressar para sua casa e ser enterrado.
 

O ator canadense Charles Francis Coghlan, nascido na Ilha do Príncipe Eduardo, fez verdadeiro sucesso representando papéis de obras de Shakespeare, o que resultou em um convite para fazer uma turnê pelos EUA. Na cidade de Galveston (Texas), fixou indisposto e naquela noite foi substituído pelo ator suplente.

Poucos dias depois, em 27 de novembro de 1899, faleceu por uma insuficiência cardíaca. Sua mulher, que o acompanhava na turnê, não conseguiu cumprir com seu último desejo, aquela cidade não tinha um crematório. Ademais, sua filha ficou gravemente doente e teve que retornar ao Canadá. Sendo assim ordenou que seu marido fosse enterrado em Galveston até poder repatriá-lo a seu lar.

Meses mais tarde, um terrível furacão arrasou Galveston matando 6 mil pessoas e inundando o povoado e o cemitério local. Quando por fim a água baixou e puderam chegar ao cemitério, descobriram que alguns caixões foram arrancados de seus túmulos e o de Coghlan estava entre os desaparecidos. Buscaram-nos durante vários dias mas nem sinal. O caixão foi arrastado para o mar até o golfo de México.

Nos anos seguintes apareceram muitas versões sobre onde o ataúde tinha ido parar, mas a mais espetacular foi a de Robert LeRoy Ripley, em 1929, em sua coluna do Evening Post, Believe it or not! (Acredite se quiser!), na qual contava fatos estranhos e que, devido a seu sucesso, teve sua continuidade no rádio, TV e a publicação de vários livros e quadrinhos.

Segundo Ripley, oito anos depois, em um dia qualquer de outubro de 1908, pescadores da Ilha do Príncipe Eduardo localizaram um caixão alongado e surrado pela intempérie flutuando próximo a costa. Coghlan havia voltado para casa.

O maior show da Terra

Como num rufar dos tambores de algum Deus da mitologia Grega, das historias de nosso passado, eis que surgiu na avenida a estação primeira de Mangueira e trouxe um elemento novo e nunca antes imaginado por nenhum carnavalesco, uma ideia magnifica e perfeita, uma especie de loucura que deu sim muto certo, de repente silenciou-se o surdo um da bateria mais consagrada da história do carnaval carioca, se isso é possível pois é uma festa nacional, uma mesa de pagode com nomes consagrados como os de Jorge Aragão, Alcione a Marrom, Dudu Nobre, Alexandre de Pilares do grupo Revelação, o grupo Fundo de Quintal, o Puxador de samba Luizito dentre outros trouxeram uma surpresa que diante de todos que estavam na marquês de Sapucaí, viram se abrir a bateria e diante de todos a mesa de pagode fez silenciar a bateria por mais de 2 minutos e fez a torcida segurar no gogo o samba enredo da escola.

Momento único e inesquecível, histórico, lindo maravilhoso...

Parabéns a Estação 1° de Mangueira foi Histórico.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Dia Internacional dos Irmãos

Nosso melhor amigo e nosso maior companheiro...


Dentre tantos conflitos que criamos em nossas vidas, o conflito mais dilemático é amor entre irmãos.

Em alguns lares esse amor se torna discórdia, inveja, ciume e até mesmo ódio, perceber que seus pais dão mais atenção a seu irmão que a você trás muitos problemas para a cabeça e mentalidade infantil ainda em formação, e isso pode durar a vida inteira. Tendo como a principal função apoiar, dar força, estar perto e dividir momentos bons e ruins de nossas vidas, nossos irmãos muitas vezes não se dão conta de sua real importância nas vidas que tem um irmão...

O irmão está sempre ali com o coração aberto para te ouvir, para lhe dar a guarita que tanto falta muitas vezes em nossas vidas, viemos da mesma origem da mesma genética e como podemos ser tão diferentes, alguns mais duros, outros mais dedicados, outros até mais talentosos.

Mas na verdade existimos para simplesmente nos completarmos, afinal somos semelhantes na origem, mas diferentes na essência.

Curta seu irmão(a), e dividam seus segredos, dividam suas vidas pois afinal ninguém pode ser tão semelhante a você quanto o seu irmão...

MEU IRMÃO

Quando criança
sentiamos a cumplicidade no olhar
as brincadeiras
as broncas
No sentar para comer
as fantasias próprias sa idade.
Horas de cochicho na cama
até pegar no sono.
Fomos crescendo
junto, o peso da responsabilidade
o distanciamento
outros quereres
planos que se traçam
e se frustram
sonhos que ficam perdidos na memória
Olhar longe
com receio de cruzar os olhares.
Se perdendo no muito em fazer.
Que o meu entardecer
seja o seu amanhecer,
só que esse sol é o mesmo
eu sou a mesma.
Toda vez que ver uma rosa
saiba que ela simboliza o amor
esse meu irmão que sinto por você.
Quando sentir uma brisa leve
sou eu a te abraçar
Ao olhar pro mar
ele estiver revolto
é a saudade dentro do meu peito.
A distância é um detelhe.
O pulsar do coração
é a esperança de alcançar o sucesso.
A chegada é a alegria
de ver um irmão a casa retornar.

Feliz dia Internacional dos Irmãos...


Berg Caetano.