quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Como fazer o contato de espiritos atraves da tabua de Ouija

Achei essas coisas espalhadas em sites sobre o assunto, acho muito importante para a brincadeira dar certo, estejam à vontade para copiar, mas não esqueçam de ter muito respeito seja qual for a energia que vocês manterem contado.

Preces a serem feitas:

Prece Introdutória

"Em nome de DEUS, Jesus Cristo, Da Grande Irmandade da Luz, dos Arcanjos Michael, Raphael, Gabriel, Uriel e Ariel, por favor protejam-nos das forças do mal durante esta sessão. Façam com que não aja nada além de luz envolvendo este tabuleiro e seus participantes, e permita que nos comuniquemos somente com forças e entidades da Luz. Protejam-nos, Protejam esta casa, as pessoas presentes nela, e façam com que aja somente Luz e nada além de Luz, AMÉM!"

Prece Finalizadora

"Obrigado pela sabedoria e compreensão que vocês nos concederam. Obrigado, Oh Senhor por responder à nossas perguntas através de seres e anjos da Luz. Proteja esta casa e as pessoas presentes aqui durante nossa estadia em sua realidade. Em nome da Luz nós lhe agradecemos! AMÉM!"

Regras do Ouija:

- Nunca jogue sozinho. São necessários no mínimo dois jogadores.
- Nunca permita que os espíritos levem o ponteiro para as extremidades do tabuleiro de forma que possam sair dele dessa forma. É assim que ocorre a possessão.
- Se o ponteiro se mover para os quatro cantos do tabuleiro significa que o espírito contatado é mau.
- Caso se esteja jogando em uma mesa ou local aonde o tabuleiro fique elevado: se o ponteiro cair no chão, o espírito foi perdido.
- Se o ponteiro apontar o número oito repetidamente, um espírito mau está no controle do tabuleiro.
- Se você desejar contatar um mau espírito, vire a tábua de cabeça para baixo e a utilize assim.
- O tabuleiro deve ser fechado corretamente após a sessão, ou o espírito pode se rebelar e assombrar os usuários.
- Nunca use o tabuleiro de Ouija quando estiver doente ou enfraquecido, tendo em vista que estas situações o mantém vulnerável à possessão.
- Não fazer do uso do tabuleiro de Ouija uma rotina. Os espíritos às vezes cativam o jogador a ponto de que o contato se torne um vício.
- Os espíritos contatados através do tabuleiro tentarão ganhar sua confiança através de mentiras. Por exemplo: um mau espírito pode alegar ser bom, assim ganhando sua confiança e lhe trazendo mal posteriormente.
- Procure manter contato sempre de forma respeitosa e só convide para proceder seções pessoas confiáveis, seguras e que o farão seriamente. Nunca irrite o espírito ou lhe faça perguntas com ironia.
- Antes de sair ou mesmo de entrar em uma seção, peça a permissão do espírito. Caso contrário, se está sujeito à possessão pelo mesmo.
- Nunca use o Ouija em cemitérios ou locais aonde houveram mortes brutais. Isto pode trazer maus espíritos para o tabuleiro.
- Às vezes, um mau espírito pode habitar permanentemente um tabuleiro. Quando isso ocorrer, não se poderá manter contato com outros espíritos além dele até que ele decida sair.
- Se seu ponteiro for de vidro, você deve limpá-lo antes e depois de cada seção, de forma que nenhum espírito possa entrar ali. Para isso, passe-o sobre uma vela acesa.
- Tabuleiros de Ouija que são jogados fora incorretamente libertam diversos espíritos que voltarão para assombrar seu dono.
- Nunca empreste seu tabuleiro a ninguém. Use-o com exclusividade. Se necessário, faça seu próprio e recomende aos colegas que pedem que você o empreste façam o mesmo.
- Nunca queime um tabuleiro de Ouija. Se o fizer, haverá uma manifestação da tábua. Pode ser um som desconhecido ou a aparição de algum espírito. Depois que você presenciar a manifestação, terá menos de trinta e seis horas de vida.
- Há apenas uma forma correta de se desfazer de uma tábua de Ouija. Primeiro quebre-a em sete pedaços. Depois, jogue sobre ela água benta e finalmente a queime.
- Se você puser junto do tabuleiro uma moeda de prata pura, espíritos maus serão incapazes de manter contato.
- Nunca deixe o ponteiro sozinho sobre a tábua se não estiver a utilizando. Se o espírito levá-lo para fora do tabuleiro, estará liberto.
- Às vezes maus espíritos pedirão às garotas para fazerem gestos ou executarem ações obscenas. Ignore-os. Os demais participantes jamais devem rir ou irritar-se nestas situações.

O que não perguntar em uma seção de Ouija:

- Evite perguntar sobre Deus ou o que se refere a sua religião.

ATLÂNTIDA, O REINO PERDIDO


Os continentes que hoje conhecemos nunca tiveram os aspectos e costas atuais, e mais, nem sempre estiveram acima da superfície das águas como hoje estão. 
As forças naturais, o vento, a chuva, as forças internas do planeta, o próprio luar, estão em constante luta contra as regiões terrestres que lhe oferecem resistência. Estão sempre mudando a fisionomia do planeta. 
Nas tradições humanas, nos velhos manuscritos, nas esculturas e velhas inscrições, encontramos referências sobre terras, ilhas e mesmo continentes inteiros, que desapareceram sob as águas e, entre estas milenares tradições, encontramos uma que fala de um fabuloso continente, com uma extraordinária civilização, denominado por uns de AZTLAN, por outros de ATLÂNTIDA. 
De todas as tradições deixadas, a que segue é a mais detalhada, ou seja: 
"Todo o país era cortado de magníficas estradas. A água era levada às cidades por anelo e gigantescos aquedutos, cavavam-se túneis sob as águas, sob as montanhas; erguiam-se pirâmides colossais; construíam-se palácios magníficos; tudo era de tal maneira formidável, que a arte egípcia é como que uma miniatura da arte atlante em todas as suas manifestações. 
Nos Templos funcionavam observatórios meteorológicos, astronômicos etc.. As estátuas atingiam alto grau de perfeição e a pintura de cores vivas e sem perspectiva servia somente para decorações. 
As casas eram rodeadas de jardins. As ruas calçadas de lajes. As terras eram cortadas por canais de irrigação e navegação; os portos cavados ou melhorados artificialmente. Tinham grandes navios e navegavam com a bússola. Empregavam a pólvora e outros explosivos mais violentos para o progresso. Os abastados viajavam em ricos barcos aéreos movimentados pelo misterioso "vril", os pobres e os escravos em carros puxados por leões e leopardos. Havia máquinas aéreas de metal e de madeira capazes de transportar 80 a 100 homens. 
Sua indústria era próspera. Exploravam minas. Traziam o cobre do Canadá, o ouro e a prata do Peru, quando não os fabricavam quimicamente. Conheciam um metal denominado "Orichalco" que não se sabe se era produto da terra ou o resultado de transmutação, e que, com eles desapareceu. 
Metalúrgicos notáveis fabricavam toda a casta de objetos de bronze que vendiam aos povos bárbaros (nós) ainda na idade da pedra polida. 
A sua Capital era CERNÊ, a cidade das portas de Ouro, que ficava ao pé da alta montanha de 3 cumes que se avistava de muito longe no Mar. Foi isso que deu origem ao símbolo do tridente netuniano, gravado nas mais antigas moedas do mundo. 
O Egito, o México e o Peru, colônias dos Atlantes, revelam que a sua civilização era admirável. Seus sábios haviam condensado em tábuas famosas, a ciência e a moral mais elevadas. 
Acreditavam num Deus Superior que se manifestava nas forças na natureza e se revelava pela linguagem dos astros. Sua Religião era, ao mesmo tempo, filosófica e científica. 
Ao povo se deixavam as formas rudimentares dessa Religião que, na essência, só os iniciados conheciam. Os templos eram dedicados ao Sol, instrumento vital do grande Todo. 
A arquitetura era ciclópica e as danças rituais comemoravam os signos do Zodíaco, bem como as cerimônias litúrgicas representavam os mistérios do céu. 
Os atlantes criam na imortalidade da Alma e mumificavam os mortos. Acreditavam na reencarnação; mas o culto dos antepassados só lhes foi trazido pelos brancos hiperbólicos. Conheciam a Astrologia e a praticavam. Consubstanciavam nos astros as forças naturais e todo o seu ensino era oral, sob a fiscalização do Colégio dos Iniciados. 
...e tal civilização era mais adiantada que a nossa de hoje, moralmente e mesmo materialmente. 
Sua decadência proveio do desequilíbrio entre a evolução moral e a material. O orgulho do poder e da ciência gerou o egoísmo e a opressão. 
O luxo engendrou a sede das riquezas. Os freios morais relaxaram-se e os apetites à solta, de braços com a magia negra, trouxeram a idade da besta. 
Reinaram os instintos. Devassidão e barbárie dominaram a sociedade. A anarquia instalou-se. 
E o dilúvio e os cataclismos, lançados pelos Deuses irritados, pouco a pouco foram destruindo aquele grande Império, até que, 9.564 anos AC, soçobrou na mais pavorosa catástrofe." 
Este relato é digno de respeito, pois existem inúmeras provas CIENTÍFICAS E ATUAIS de que uma grande catástrofe ocorreu EXATAMENTE no lugar em que as tradições colocam o continente da Atlântida. 

A CARTA DAS ALMAS

A Quaresma é uma época de meditação e oração, cuja introspecção levou o caboclo de nossa região a reinterpretar seus simbolismos, criando uma aura mística e assustadora. Este período é preocupante, o Tinhoso está a solta tentando os homens, portanto, deve-se tomar muito cuidado. 
E foi justamente numa quarta-feira de quaresma após os Cânticos de Alerta num bairro próximo, que Chico Berto, ouviu dos mais velhos a famosa história das cartas das almas. Era corriqueiro ouvir sobre pessoas que pactuavam com o diabo em troca de riqueza e juventude, porém, um único dia do ano, na Sexta-feira Maior, as Almas consentiam tais privilégios à três pessoas de coragem. Todavia, essas três pessoas deveriam buscar as tais cartas no cemitério e em seguida enfrentar as diabruras das trevas, se persistentes e ilesos receberiam as dádivas pretendidas. Chico Berto, ficou inquieto com a história, dormiu mal a noite e noutro dia arrumou dois bravos companheiros, Mané Curió e Tiburtino.   
As 23:30h da quinta-feira santa reuniram-se em frente ao cemitério. Muita coragem e um bom litro de pinga nas mãos. Rezaram, beberam, beberam, rezaram e beberam de novo. Quando o sino deu a primeira badalada, estavam os três em frente ao portão, receosos, bêbados e mudos de medo. Em seguida, o portão abriu e um garboso jovem de preto convidou-os a entrar. A coragem dos três quase foi embora, de pernas bambas e de braços dados entraram e vislumbraram todos os túmulos enfeitados, iluminados e o moço de preto conduziu-os até o acendedor de velas. Quando chegaram viram uma criança, como um dos vários anjinhos de pedra que enfeitam os túmulos, era realmente um anjo, que graciosamente entregou um envelope branco a cada um, pegaram e já foram saindo, achando a maior moleza. Mas, foram informados que deveriam comparecer até os fundos da igreja para selar os papéis. Hummmm! Isso não cheirava bem, caminharam desconfiados e deram de cara com uma criatura, meio homem, meio bode preto, bufando, rosnando, soltando fogo pelas ventas. Quase desmaiaram, Mané Curió, depois de se urinar todo desembestou na carreira, saltando os túmulos como um atleta. Tiburtino foi mais audaz, topou se aproximar, mas quando sentiu uma gelada mão cadavérica tocar-lhe o pescoço gritou para todos os santos e saiu correndo, com uma verdadeira legião de capetinhas atrás de si. Ficou Chico Berto, que sorveu a última dose de pinga, limpou a boca na manga da camisa, pegou a carta colocou em cima da mesa e pediu para que fosse selada. O diabo, pegou a carta, abriu, escreveu algo e mandou um imenso selo colado a cuspe no papel, entregou ao Chico, que saiu de costas, a passos mansos. Atrás de si ouvia-se um tropel, gritos, palavrões, choros e estouros. Assim foi ele saindo, passo a passo, lívido e suado. Quando enfim saiu, pode respirar melhor, trêmulo e cansado, parou junto a uma pedra, tirou o envelope do bolso e viu um papel branco reluzente e escrito em tinta luminosa como um vaga-lume, a seguinte frase: -Se quiser ver seus amigos de volta, devolva esta carta.
Chico ficou louco, esbravejou, blasfemou, xingou, pensou em deixar aqueles dois covardes. Mas, eram seus amigos e fora ele quem os metera nessa encrenca, pensou alguns minutos nas riquezas, juventude, enfim.... Desconsolado, deu meia volta e correu para o portão, lá encontrou os dois do lado de dentro e um sarcástico rapaz de preto, pediu a carta de volta. Resistiu, mas viu um abismo se abrindo e o bode vindo, entregou rápido o papel, o portão se abriu e saíram correndo. Pelo caminho, Chico Berto veio batendo nos amigos e insultando-os com todos os palavrões possíveis, até que chamou atenção o suficiente para que a policia chegasse e prendessem os três por embriagues e baderna. Ao relatar o fato a policia, tomou uma surra e uma semana de cadeia por desacato.
Na venda do nhô Pedro, Chico e os amigos contavam o caso com veemência, todos achavam que era mais uma bebedeira de três aventureiros.

O morto que voltou para casa andando.

Um história digna de figurar entre as mais destacadas do seriado "Acredite se quiser!" -e figurou-, dessas histórias inexplicáveis, como se existisse alguém mexendo os pauzinhos. Se nos filmes de Tarzan, os de Johnny Weissmüller, os elefantes moribundos abandonavam a manada para se dirigir ao cemitério de elefantes, o caixão de Charles Francis Coghlan soube percorrer o caminho, mais de 5.000 km por mar, para regressar para sua casa e ser enterrado.
 

O ator canadense Charles Francis Coghlan, nascido na Ilha do Príncipe Eduardo, fez verdadeiro sucesso representando papéis de obras de Shakespeare, o que resultou em um convite para fazer uma turnê pelos EUA. Na cidade de Galveston (Texas), fixou indisposto e naquela noite foi substituído pelo ator suplente.

Poucos dias depois, em 27 de novembro de 1899, faleceu por uma insuficiência cardíaca. Sua mulher, que o acompanhava na turnê, não conseguiu cumprir com seu último desejo, aquela cidade não tinha um crematório. Ademais, sua filha ficou gravemente doente e teve que retornar ao Canadá. Sendo assim ordenou que seu marido fosse enterrado em Galveston até poder repatriá-lo a seu lar.

Meses mais tarde, um terrível furacão arrasou Galveston matando 6 mil pessoas e inundando o povoado e o cemitério local. Quando por fim a água baixou e puderam chegar ao cemitério, descobriram que alguns caixões foram arrancados de seus túmulos e o de Coghlan estava entre os desaparecidos. Buscaram-nos durante vários dias mas nem sinal. O caixão foi arrastado para o mar até o golfo de México.

Nos anos seguintes apareceram muitas versões sobre onde o ataúde tinha ido parar, mas a mais espetacular foi a de Robert LeRoy Ripley, em 1929, em sua coluna do Evening Post, Believe it or not! (Acredite se quiser!), na qual contava fatos estranhos e que, devido a seu sucesso, teve sua continuidade no rádio, TV e a publicação de vários livros e quadrinhos.

Segundo Ripley, oito anos depois, em um dia qualquer de outubro de 1908, pescadores da Ilha do Príncipe Eduardo localizaram um caixão alongado e surrado pela intempérie flutuando próximo a costa. Coghlan havia voltado para casa.

O maior show da Terra

Como num rufar dos tambores de algum Deus da mitologia Grega, das historias de nosso passado, eis que surgiu na avenida a estação primeira de Mangueira e trouxe um elemento novo e nunca antes imaginado por nenhum carnavalesco, uma ideia magnifica e perfeita, uma especie de loucura que deu sim muto certo, de repente silenciou-se o surdo um da bateria mais consagrada da história do carnaval carioca, se isso é possível pois é uma festa nacional, uma mesa de pagode com nomes consagrados como os de Jorge Aragão, Alcione a Marrom, Dudu Nobre, Alexandre de Pilares do grupo Revelação, o grupo Fundo de Quintal, o Puxador de samba Luizito dentre outros trouxeram uma surpresa que diante de todos que estavam na marquês de Sapucaí, viram se abrir a bateria e diante de todos a mesa de pagode fez silenciar a bateria por mais de 2 minutos e fez a torcida segurar no gogo o samba enredo da escola.

Momento único e inesquecível, histórico, lindo maravilhoso...

Parabéns a Estação 1° de Mangueira foi Histórico.